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Pelo "Sueño" É Que Vamos! – Campanha de Crowdfunding do Espectáculo "Sueño"

Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos. Chegamos? Não chegamos? Haja ou não haja frutos, pelo sonho é que vamos. Basta a fé no que temos. Basta a esperança naquilo que talvez não teremos. Basta que a alma demos, com a mesma alegria, ao que desconhecemos e ao que é do dia a dia. Chegamos? Não chegamos? Partimos. Vamos. Somos. Sebastião da Gama Passamos cerca dum terço da vida a dormir. Dito assim, significa que não vivemos esse tempo?! Então, e o sonho? Não é ele, hóspede vitalício da casa do sono, o para lá da vida?! Se assim for, o sonho diz-nos que a vida não presta ou que não é suficiente?! Provavelmente, não diz nem uma coisa, nem outra! Talvez não haja nada mais misterioso que o sono

O corpo da fala

O vigor do corpo e do rosto traem-lhe a idade jovem e afabilidade terna que com timidez reserva. O Tiago está ainda no princípio dos vinte, já o Tiago Pereira Couto actor transparece mais. Com formação na prestigiada Escola de Teatro de Cascais, tem feito um percurso selectivo do que não quer ser e do que não quer fazer, caminho seguro de quem sabe quem é e do que quer fazer. Apaixonado por teatro, é encenador e director-artístico da Companhia Sem Tábuas, cujo repertório insiste na qualidade dos textos e de todo o entrecho cénico. Aliás, rigor que põe em tudo o que faz; é olhá-lo, ainda que de relance, e percebe-se a determinação e o espírito de aventura que ainda há bem pouco tempo o levou

Quando as Palavras Mais Altas Regressam

“(...) 26 anos decorridos, consideramos ser o momento certo para revisitar e oferecer a um novo público que não tem notícia desta obra.(…)”, Escola de Mulheres. Num texto notável, a Escola de Mulheres convoca-nos para a revisitação da produção de palco Medeia É Bom Rapaz, que constituiu um dos momentos altos na longuíssima lista de momentos felizes de Fernanda Lapa. E este regresso é uma boa notícia porque todas as palavras, as do autor, as do tradutor, as da encenadora, as dos intérpretes e as de todos aqueles que as vestem, iluminam, ‘cenografam', fotografam, adereçam, produzem e acolhem, são destinos escutáveis. Importa, pois, ouvi-las para que nos habitem inteiras e inquietas nos nossos

"A Bela e o Monstro" estreia amanhã com actores da Buzico! Actores

Em 1740 é publicada a primeira versão da fábula La Belle et le Bête, da escritora francesa Gabrielle-Suzanne Bardot. Rápido, torna-se num texto emblemático e com uma extraordinária e muito rara difusão para a época e que nunca mais cessou, pois são incontáveis as adaptações de que já foi alvo, inclusive para cinema e para teatro musical. O cariz intemporal do texto, versando as dicotomias do Bem e do Mal e do Belo e do Feio (e mesmo do Horrendo), tematiza o quanto o raso da aparência é raiz, entre muitas outras, do cruel jogo social da inclusão e da exclusão, assunto por demais actual, ainda que pelas piores razões. Todavia, a obra encontra o seu vértice cimeiro na exortação do poder benfaze

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