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«Vejo-me a ser ator a vida inteira»

RICARDO LÉRIAS. Sereno, atento e focado, assume ser uma "pessoa de pessoas". Com a certeza do caminho a seguir e a gratidão pelo percurso já trilhado, Ricardo Lérias, confessa-se um apaixonado por cinema. Por estes dias, anseia poder dedicar tempo à formação enquanto digere o sucesso do projeto que integra. Como é que está a ser a experiência de integrar o elenco do espetáculo Alice - o outro lado da história? Única, é a palavra certa. Foi um processo de ensaios moroso, difícil, diferente de tudo o que fizemos, com muito trabalho de texto enquanto aguardávamos por autorização do Pavilhão 30 do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa. Neste espetáculo, a dinâmica em cena é totalmente diferen

Boa vizinhança procura-se

O que é que faria se o seu vizinho lhe entrasse pela sua casa adentro pronto para de lá não sair? Até pode parecer pouco provável, mas o melhor é ir pensando no assunto para prevenir intrusos. Ana Campaniço e Carlos Alves, agenciados da Buzico! Agência, preparam-se para estrear uma nova peça de teatro em que a gargalhada está garantida. Aquela que podia ser só uma visita de cortesia do novo casal de vizinhos rapidamente se revela um pesadelo. Entre mentiras, discussões, revelações e confusões, o espectador assiste a uma sequência de acontecimentos que mudam a rotina do casal. A história até pode ser sobre vizinhos mas não vai deixar de nos pôr a todos a pensar nas relações humanas que hoje e

Bruno Miguel Rosa atua em Lisboa

Ator e acrobata tem espetáculo marcado para dia 2 de março no Casino de Lisboa "Somos anjos. Somos Amor." A apresentação está feita, agora há que esperar que o dia chegue rápido. Bruno Miguel Rosa volta a mostrar o seu talento no Arena Lounge do Casino de Lisboa com um espetáculo que disserta sobre o amor. [An-droj-uh-nuh s] tem apresentação marcada para a primeira quinta-feira de março às 23h20 com entrada gratuita. Nele veremos um acrobata que ao longo dos anos se tem distinguido na arte de contar histórias e transmitir emoções sem que das palavras faça uso. Porque, afinal, o corpo pode expressar tanto sem que o verbo importe muito. Bruno Miguel Rosa iniciou o seu percurso no teatro, passo

Madeirenses rendem-se a Variações

Monólogo com o ator Sérgio Praia esteve em cena de 9 a 12 de fevereiro no Teatro Municipal Baltazar Dias, no Funchal. A cada final de sessão a satisfação estava estampada no rosto dos espectadores que assistiram ao espetáculo Variações, de António, escrito e encenado por Vicente Alves do Ó. O trabalho que lembra o génio do músico-barbeiro prosseguiu com a sua digressão e foi visto por centenas de pessoas ao longo da última semana. Desta vez, foi o público madeirense que teve oportunidade de passar um serão com "um dos melhores espetáculos de 2016" (distinção feita pela revista Sábado). Depois de Lisboa (com duas temporadas) Cascais, Ovar e Póvoa de Varzim, foi a vez do Funchal receber o m

«Falta-me fazer tudo!»

ANAÍSA RAQUEL. Assume-se como curiosa e confessa que chegou ao teatro por querer fazer tudo. Atenta ao que a rodeia, a atriz é pioneira no trabalho de audiodescrição de espetáculos, exposições e galas, assim como na criação de peças de teatro aéreo como a que o ano passado estreou no CCB. Enquanto pede dias com mais horas e apesar de já ter feito muita coisa, diz que ainda lhe falta fazer tudo. O que é que andas a fazer? Neste momento, enquanto atriz, estou à espera que um ou dois projetos avancem. Tenho-os em vista, mas só para o final do ano. Por enquanto não é nada certo, mas a acontecer não será em Lisboa. Poderão acontecer em cidades do centro do país e serão espetáculos diferentes que

«Gosto muito de viver»

CATARINA LEIRIA. Tem a doçura na voz e um sorriso sempre pronto. Atenta ao que se vai passando, tem-se dedicado a projetos experimentais, sobretudo curtas-metragens. Com várias passagens por telenovelas, integra agora o elenco adicional de Ouro Verde, na TVI, e confessa que quer dedicar-se mais ao cinema. Esta é uma conversa feita da melhor energia e tida com quem está "feliz da vida por estar viva". Neste momento és a Berta na novela Ouro Verde da TVI. Que personagem é esta? É a criada da família principal da novela. Construí esta personagem porque acho que o dever do ator é criar aquela personagem, fazer uma biografia: onde é que nasceu, de onde vem, como é que está naquela casa, qual é o

«Gosto que me tentem cativar»

RUY MALHEIRO. Tem 15 anos de uma ligação ao teatro que se faz dentro e fora do palco. Por mais tempo que passe, não lhe falta o brilho no olhar e o entusiasmo na voz quando fala da magia do teatro. Assume-se como um "bom amigo" e um "ganda maluco". Resta-nos acrescentar que é, também, um excelente conversador. Onde é que, por estes dias, te conseguimos ver? Neste momento estou em cartaz com um espetáculo de microteatro intitulado Guarda-chuvas de chocolate a partir de crónicas de Lobo Antunes. Foi um texto que eu encenei para um outro ator, no contexto do Teatro Rápido, em 2012, e no ano de 2016 fizeram-me um desafio para o apresentar na minha terra natal, que é o Luso, mas no qual eu fosse

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